
domingo, 30 de abril de 2017
LADBY (barco de)

«TURPIN»

O HMS «Turpin» foi um submarino britânico da classe T (grupo 3), que entrou em serviço já na fase final da 2ª Guerra Mundial. Na qual não desempenhou papel de relevo. Foi construído em Inglaterra, nos estaleiros de Chatham, lançado à água em Agosto de 1943 e acrescentado aos efectivos da 'Royal Navy' a 18 de Dezembro de 1944. Ostentou o indicativo de amura P354 e diz-se que o seu nome prestava homenagem a Dick Turpin, um famoso ladrão de estradas do século XVIII, que morreu na forca. O que, a ser verdade, não deixa de ser curioso, muito curioso. Este submersível era um navio com 84,28 metros de comprimento por 7,77 metros de boca, que deslocava, em imersão, 1 560 toneladas. Propulsionado por máquinas diesel e eléctricas, o «Turpin» podia atingir 15,5 nós de velocidade à superfície e 9 nós em configuração de mergulho. Tinha uma guarnição de 61 homens (corpo de oficiais incluído) e do seu armamento constavam : 11 tubos lança-torpedos e 3 metralhadoras antiaéreas. Os navios do grupo 3 foram conservados depois do armistício, equipados com sofisticada aparelhagem de detecção e utilizados em missões de contra-espionagem aquando da chamada Guerra Fria. Durante a qual o adversário designado eram a U.R.S.S. e os seus parceiros do Pacto de Varsóvia. Este submarino foi cedido, em 1965, à marinha militar de Israel, que lhe deu o nome de «Leviathan» e o utilizou até 1978, ano em que foi desmantelado.
«J. R. TOLKIEN»

sábado, 29 de abril de 2017
«SANTIAGO»

Foi a bordo de um navio de pequeno porte baptizado com o nome do apóstolo das Espanhas (Santiago), que -no dia 2 de Abril de 1513- o conquistador espanhol Juan Ponce de León (natural de Valladolid) descobriu uma península situada ao norte das Antilhas. Uma terra nova que ele nomeou Florida, pelo facto do seu achamento coincidir com o Dia de Ramos ou Páscoa Florida. Esse paradisíaco pedaço da América do norte (hoje conhecido pelo seu potencial turístico, mas não só) foi pertença do reino de Espanha até 1819, ano em que esse país ibérico o cedeu aos Estados Unidos. Naquele já longínquo dia de Abril de 1513, a «Santiago» (caravela redonda, com 3 mastros e uns 30 metros de comprimento) era a almiranta de uma frota que compreendia mais dois outros navios : a nau «Santa Maria de la Consolación» e o bergantim «San Cristobal». Os 3 navios, com capacidade global para receber 73 homens a bordo, carregaram, durante essa viagem de descoberta, cerca de 200 marinheiros e soldados. A frota partira de Porto Rico -ilha da qual o castelhano Ponce de León fora o primeiro governador- numa rota nunca antes navegada por embarcações europeias, com a firme intenção de procurar uma terra onde -dizia uma lenda antiga- existia a maravilhosa Fonte da (eterna) Juventude. Desconhece-se o destino final da caravela armada «Santiago» (artilhada com alguns canhões), que fora concebida para navegar com uma tripulação de 20 homens.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
«CASERTA»

«MOCTEZUMA»

quarta-feira, 26 de abril de 2017
«CARACAS»

segunda-feira, 24 de abril de 2017
«EENDRACHT»

«KERGUELEN»

«SAGE»
Construído no arsenal de Toulon com desenho de Pierre-Blaise Coulomb, este navio pertenceu a uma série de vasos de guerra (compreendendo dezenas de unidades) artilhado com 64 canhões, distribuídos por 2 cobertas. Lançado ao mar em 1751, serviu na marinha real de França durante o período conturbado da chamada Guerra dos Sete Anos. O «Sage» deslocava 1 100 toneladas e media 44,50 metros de comprimento por 12,19 metros de boca. O seu calado era de 5,80 metros. A guarnição dos navios deste tipo andava à volta dos 650 homens. Reputado pela sua robustez (o seu casco era em madeira de carvalho), o «Sage» e seus congéneres também se distinguiam pelas suas excelentes qualidades náuticas. Encontrava-se sob as ordens do capitão Noble du Revest quando, em 1755 se reacendeu a guerra contra a Inglaterra. Participou, no ano seguinte (integrado numa frota de 12 navios de guerra chefiada pelo marquês de La Galissonière), na batalha vitoriosa de Minorca contra a esquadra britânica de John Byng. Confronto do qual este navio francês saiu com sérias avarias causadas pelo fogo inimigo. Em 1757, já sob o comando do capitão Dabon, esteve em águas da América do norte, onde participou na defesa de Louisbourg; que ajudou a salvar da invasão inglesa. Regressou ao Medideterrâneo em finais desse mesmo ano, onde se viu confrontado com uma terrível epidemia de tifo, que matou um número elevado de membros da sua tripulação. Foi riscado das listas da marinha em 1768, presumindo-se que tenha sido, em consequência disso, desmantelado.
sábado, 22 de abril de 2017
«LLANGIBBY CASTLE»

«COMORIN»

Subscrever:
Mensagens (Atom)